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Álbum de família: São José, o homem que pegava Jesus no colo todos os dias!

Pense num santo que beijava o rosto do Menino Jesus e sentia as suas mãozinhas lhe acariciando a testa, a barba, o nariz! Todos os dias!

São José, o esposo da Santíssima Virgem Maria, foi na terra o homem a quem o próprio Deus chamava “papai”!

Pense num santo que pegava o Menino Jesus no colo todos os dias!

Pense num santo que beijava o rosto do Menino Jesus e sentia as suas mãozinhas lhe acariciando a testa, a barba, o nariz! Todos os dias!

Pense num santo que ensinou o próprio Deus, feito menino, a rezar!

Pense num santo que acordava ouvindo o “bom dia” de Nossa Senhora em pessoa e se deitava ouvindo-a dizer “boa noite”!

Pense num santo que olhava nos olhos e segurava entre as mãos as mãos carinhosas de Maria Santíssima, a mais pura de todas as criaturas, sua esposa e Mãe do Filho Unigênito de Deus!

Pense num santo que protegia pessoalmente, com humildade e firmeza, o próprio Deus e a Sua Mãe Santíssima!

Pense em São José!

Muito pouco é dito nas Escrituras sobre o homem a quem o próprio Deus chamava de pai. Conhecemos a sua prova de fé quando o Arcanjo Gabriel anunciou a Maria e ela concebeu do Espírito Santo; sabemos que ele superou a prova com plena confiança em Deus e em Maria; conhecemos a sua fiel proteção à Santíssima Virgem e ao Menino Jesus, a ponto de largar tudo e fugir com eles até um país estranho, o Egito, a fim de salvar a vida deles; sabemos que o carpinteiro José sustentava a Deus e a Mãe de Deus com seu trabalho honesto e dedicado.

E sabemos que ele foi o mais privilegiado de todos os homens de todos os tempos, porque foi escolhido para ser o esposo de Maria, o pai adotivo do Menino Jesus e um dos mais poderosos intercessores com que sequer poderíamos sonhar! Santa Teresa de Ávila, por exemplo, que é Doutora da Igreja e uma das mais admiradas santas e místicas de toda a história do cristianismo, declara com toda a ênfase:

“Este meu pai e protetor me ajudou na necessidade em que me achava e em muitas outras mais graves, em que estava em jogo a minha honra e a salvação da minha alma. Vi claramente que a ajuda de São José me foi sempre maior do que eu pudesse esperar. Não me lembro de ter jamais lhe rogado uma graça sem a ter imediatamente obtido. A outros santos parece que Deus concedeu socorrer-nos nesta ou naquela precisão, mas experimentei que a todas o glorioso São José estende o seu patrocínio. O Senhor quer assim nos mostrar que, tal como esteve sujeito a ele na terra, onde ele podia comandá-lo como pai adotivo, assim também no céu atende tudo o que ele pede. E assim reconheceram, por experiência, ainda outras pessoas que a meu conselho se recomendaram ao seu patrocínio. Muitos outros se tornaram recentemente seus devotos por terem experimentado esta verdade” (Vida de Santa Teresa, VI, 5-8).

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