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Perdão: 11 coisas que você está esquecendo

 

O perdão pode ser um desafio constante em nossas vidas, pois ora somos feridos, ora ferimos. Todos sabemos que é algo necessário, mas, mais do que isso, ele é bíblico: “Então Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: ‘Senhor, quantas vezes deverei perdoar a meu irmão quando ele pecar contra mim? Até sete vezes?’. Jesus respondeu: ‘Eu digo a você: Não até sete, mas até setenta vezes sete’” (Mt 18, 21-22).

Sabemos também que só compreendemos o quão difícil é perdoar quando, diante de uma mágoa profunda, nos deparamos com um pedido de desculpas.  Nesses momentos provamos aquilo que comumente se diz: é muito mais fácil falar sobre a necessidade do perdão do que praticá-lo.

O que muitos podem não saber é que os benefícios do perdão vão muito além dos espirituais, do sentir-se aliviado ou liberto – benesses que se estendem simultaneamente a quem perdoa e a quem é perdoado. Estudos publicados em revistas científicas apontam que o perdão é capaz, não somente de melhorar a saúde, mas até mesmo de curar doenças, reduzir o uso de medicamentos, além de muitas outras melhorias físicas e emocionais.

 Por isso, listamos abaixo 11 aspectos sobre o exercício do perdão que você precisa conhecer:

  1. Perdoar é bom para a saúde física e mental
  2. Melhora a imunidade do corpo
  3. Promove o relaxamento instantâneo dos músculos e acalma
  4. Melhora ou até cura a depressão
  5. Melhora a qualidade do sono e combate a ansiedade
  6. Ajuda a nos relacionarmos
  7. Nos torna mais compreensivos
  8. Melhora a autoestima
  9. Promove a sensação de segurança
  10. Faz amadurecer psicologicamente
  11. Perdoar permite crescer espiritualmente

Esses benefícios, por si só, já deveriam  convencer de que é muito melhor deixar o rancor ir embora e abrir o coração para o perdão. Mas, sendo aqui redundante, sabemos que perdoar é uma tarefa árdua, um processo que pode ser lento e gradual.

 

O professor americano Robert Enright, pioneiro no estudo científico sobre o perdão, afirma que trata-se de um caminho que começa sempre pela dor e pelo reconhecimento de que temos o direito de sentir mágoa, tristeza ou mesmo revolta, mas que implica também na capacidade de compreender que os outros falham.

Somente quando se alcança essa compreensão é que se torna possível abrir espaço para perdoar e, mais do que isso, conseguir refletir sobre o que precisa ser perdoado, inclusive em nós mesmos. Sim! Muitas vezes é preciso pedir perdão a si mesmo pelas mágoas e feridas que nós mesmos nos causamos.

Faça a experiência!

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